Hotel The Savoy, em Londres, será reinaugurado dia 10 de outubro
I-na-cre-di-tá-vel. O venerando hotel The Savoy, de Londres, cujas suítes dão vista para o Tâmisa, que estava fechado para reformas desde 2007, finalmente vai ser reaberto no próximo dia 10. Quando o Savoy deixou de receber hóspedes, a cadeia de hotéis Fairmont, proprietária do hotel, vendeu milhares de relíquias e bugigangas colecionadas ao longo de décadas, de sofás a baldes de gelo, de bandejas de prata a um piano branco de cauda, de uma pista de dança desmontável a um biombo de mogno de 4 metros de altura.
O fechamento foi uma tristeza: os empregados deram adeus e uma taça de champanhe aos últimos hóspedes, e serviram, pela derradeira vez, o tradicional chá inglês (costume mantido ali, diariamente, durante 118 anos consecutivos). O concierge, na época, disse que viu gente com lágrimas nos olhos. O jornal The Guardian disse: “Para os 500 funcionários que, em conjunto, dedicaram milhares de horas de trabalho ao Savoy, hoje é como se alguém da família tivesse morrido”.
As obras custaram uma montanha de dinheiro – mais de 100 milhões de libras – e duraram muito mais do que os 16 meses previstos. Espero que eles tenham conseguido renovar e refrescar os interiores sem matar a alma do hotel (que ao longo dos anos foi freqüentado por incontáveis celebridades, como Oscar Wilde, Winston Curchill e Frank Sinatra).
As diárias começam em 350 libras e reservas já podem ser feitas, por email (savoy.reservations@fairmont.com) ou telefone.
Já o restaurante do hotel, o lendário The Savoy Grill, infelizmente vai demorar ainda mais para ser reinaugurado. A notícia saiu quinta-feira no jornal inglês Caterer and HotelKeeper:
“A reabertura do Savoy Grill será retardada por sete semanas. (...) Um porta-voz do grupo Gordon Ramsay Holdings, que irá operar o icônico restaurante, disse” ‘O curto atraso se deve a alguns problemas estruturais no prédio que já foram consertados’”.
Mal posso esperar para experimentar. Primeiro, porque Ramsay trará de volta velhos (e delicosos) clássicos como chateaubriand com batatas souflées, coquetel de camarão e pêssegos Melba. E segundo porque será um grande teste para o chef, que anda mal das finanças e em baixa: será o Savoy Grill sua redenção? A ver....
The Savoy: The Strand, tel. (44-20) 7836-4343, www.the-savoy.com/
Tapas24, em Barcelona: chef Carles Abellan serve tapas nota 10
Por Alexandra Forbes
Quantos lugarzinhos servindo tapas será que há em Barcleona? 200? 300? Nem tento descobrir… O fato é que não se pode assumir que se uma cidade é famosa por alguma coisa – tapas, no caso – elas serão sempre boas. Seria como esperar que todo chope de boteco carioca fosse bem tirado, ou que todo pastel de feira paulistano fosse entregue ao cliente quentinho e bem recheado.
O que fazer, então, quando se chega a Barcelona com poucos dias e muita fome? Como não errar na escolha, e provar tapas bem feitas? No meu caso, resolvi apostar no chef por trás das tapas. Mais especificamente, Carles Abellan, outro famoso ex-El Bulli que partiu para carreira solo e se deu bem.
Mas esqueçam a parte chef-que-trabalhou-no-famoso-restaurante-de-comidas-estranhas (ele foi chef no lendário restaurante de 1985 a 91, para ser exata). No Tapas24, seu barzinho de tapas, não há nenhum vestígio de cozinha de vanguarda, felizmente. Só tapas à moda antiga, com um ou outro aceno para a modernidade. E das boas!
Pra começar (e amaciar a espera), chopinho. E na sequência, um pouquinho disso aqui:
Sardinhas em escabeche (que não estavam grande coisa, para ser sincera). Uma super refrescante salada de bacalhau (esqueixada), servida na latinha. Ah, sim, e também umas anchovas do Cantábrico que não fotografei mas estavam ma-ra-vi-lho-sas.
Uma das coisas que costumo dizer e que surpreendem as pessoas é que na Espanha não tem essa de torcer o nariz para sardinha ou anchova ou peixes enlatados ou em conserva: muito pelo contrário! Acho que eles são os maiores mestres em coisinhas do mar em conserva, seja em vidro, em lata, em azeite, em molho atomatado, pouco importa.
Mas nem só de peixinhos se faz um jantar, então logo seguimos com patatas bravas, uma larica ligeiramente ogra que eu adoro. Basicamente, batata frita com molho picante.
Aliás, o mesmo molho picante coroa as “bombas”, umas bolotas fritas deliciosas, recheadas de carne moída e purê de batata, que são minhas tapas favoritas. Tanto que nem deu tempo de tirar foto! Ah, e repeti o erro com essa outra tapita: só fui clicar quando metade das lulinhas já tinha sido devorada…. Não reparem….
E o croquete, meu Deus do céu, o que era aquilo?! Ultra crocante, ultra quente, com recheio de um creminho estilo molho branco cravejado de naquinhos de presunto. Não sei se foi o cansaço, ou o chopinho de barriga vazia, mas devorei absolutamente tudo, inclusive essa carninha com molho chimichurri: bela “importação” dos nossos vizihos portenhos…
Ah, sim: e não dá pra ir embora sem provar essa sobremesa: um creme bem grosso de chocolate, quase um pudim, salpicado com cristais de sal, e mais um pouquinho de ótimo azeite e torradinhas superfinas. Ou, para ir direto ao ponto: xocolata am pa, oli i sal. Chocolate e pão. NHAM.
Quem disse que sobremesa era só pra moças?
Tapas24: Rua Diputació, 24, 269. Barcelona, tel. (34-93) 488-0977. Não fazem reserva, sugiro ir às oito em ponto para evitar a fila…
O que fazer, então, quando se chega a Barcelona com poucos dias e muita fome? Como não errar na escolha, e provar tapas bem feitas? No meu caso, resolvi apostar no chef por trás das tapas. Mais especificamente, Carles Abellan, outro famoso ex-El Bulli que partiu para carreira solo e se deu bem.
Mas esqueçam a parte chef-que-trabalhou-no-famoso-restaurante-de-comidas-estranhas (ele foi chef no lendário restaurante de 1985 a 91, para ser exata). No Tapas24, seu barzinho de tapas, não há nenhum vestígio de cozinha de vanguarda, felizmente. Só tapas à moda antiga, com um ou outro aceno para a modernidade. E das boas!
Pra começar (e amaciar a espera), chopinho. E na sequência, um pouquinho disso aqui:
Sardinhas em escabeche (que não estavam grande coisa, para ser sincera). Uma super refrescante salada de bacalhau (esqueixada), servida na latinha. Ah, sim, e também umas anchovas do Cantábrico que não fotografei mas estavam ma-ra-vi-lho-sas.
Uma das coisas que costumo dizer e que surpreendem as pessoas é que na Espanha não tem essa de torcer o nariz para sardinha ou anchova ou peixes enlatados ou em conserva: muito pelo contrário! Acho que eles são os maiores mestres em coisinhas do mar em conserva, seja em vidro, em lata, em azeite, em molho atomatado, pouco importa.
Mas nem só de peixinhos se faz um jantar, então logo seguimos com patatas bravas, uma larica ligeiramente ogra que eu adoro. Basicamente, batata frita com molho picante.
Aliás, o mesmo molho picante coroa as “bombas”, umas bolotas fritas deliciosas, recheadas de carne moída e purê de batata, que são minhas tapas favoritas. Tanto que nem deu tempo de tirar foto! Ah, e repeti o erro com essa outra tapita: só fui clicar quando metade das lulinhas já tinha sido devorada…. Não reparem….
E o croquete, meu Deus do céu, o que era aquilo?! Ultra crocante, ultra quente, com recheio de um creminho estilo molho branco cravejado de naquinhos de presunto. Não sei se foi o cansaço, ou o chopinho de barriga vazia, mas devorei absolutamente tudo, inclusive essa carninha com molho chimichurri: bela “importação” dos nossos vizihos portenhos…
Ah, sim: e não dá pra ir embora sem provar essa sobremesa: um creme bem grosso de chocolate, quase um pudim, salpicado com cristais de sal, e mais um pouquinho de ótimo azeite e torradinhas superfinas. Ou, para ir direto ao ponto: xocolata am pa, oli i sal. Chocolate e pão. NHAM.
Quem disse que sobremesa era só pra moças?
Tapas24: Rua Diputació, 24, 269. Barcelona, tel. (34-93) 488-0977. Não fazem reserva, sugiro ir às oito em ponto para evitar a fila…
Rotina de mansidão pelos canais da França no timão de uma pénichette.
por Antonella KannQuer deixar todo mundo babando? Comece contando que vai fazer um cruzeiro na França. Mas não é destes que todo mundo faz, não. E’ um cruzeiro fluvial. Trata-se de deslizar preguiçosamente por canais navegáveis durante uma semana numa casa flutuante com um quintal sem limites e ainda por cima pilotando (isso mesmo, é o próprio turista quem fica atrás do timão) a sua própria pénichette.
Mas antes de descrever esta embarcação, é fundamental acrescentar que o programa não sai caro e dá para levar a família inteira, até o bebê de um ano. E ainda dá pra aproveitar os descontos que as companhias dão nesta época do ano, quando a temperatura já está bem mais baixa, não é época de férias escolares e portanto pouca gente foge do trabalho. Tudo de bom: o canal fica sendo praticamente só seu e o tempo ainda está pra lá de gostoso.
A pénichette, cuja palavra não existe em português, é um diminutivo da péniche, aquelas imensas embarcações comerciais que trafegam até hoje nos canais europeus, transportando cargas. As versões miniaturizadas destas matronas fluviais são projetadas para o lazer, viraram até marca e sua expansão floresceu a partir dos anos 80 devido à grande procura pela navegação fluvial cujo simples propósito era fazer turismo. Embora seja possível ultrapassar as fronteiras e estender o passeio até a Bélgica, a Alemanha, a Holanda ou a Suíça, onde também são amplas as vias navegáveis, é na França que se concentra o maior número de opções de roteiros.

Não parece, mas é mais fácil pilotar uma pénichette do que pedalar. De tão simples que é o manuseio, as companhias locadoras especializadas em turismo fluvial sequer exigem qualquer habilitação ou experiencia prévia dos turistas. Apenas na hora da saída fazem uma demonstração prática ensinando aos neófitos como proceder nas eclusas, uma manobra simples, mas que é parte integrante da vida de um canal ou de um rio canalizado.

E ’ a eclusa que permite a subida e descida de embarcações por trechos onde há uma diferença do nível do leito. De qualquer forma, para tranqüilizar os mais inseguros, em cada eclusa há um responsável permanente que atende pelo nome de éclusier, personagem local cheio de histórias para contar e sempre disposto a ajudar turistas em apuros.

As pénichettes são fabricadas em diversos tamanhos, com capacidade para acomodar de cinco até doze pessoas e todos os barcos possuem cabines individuais, calefação, sala de estar, cozinha equipada e banheiro com chuveiro de água quente, garantindo privacidade e conforto. Deslizando a menos de 10km/hora por uma extensa rede de canais navegáveis, a vida a bordo de uma pénichette deslizando sobre as águas preguiçosas de um canal em nada se assemelha a outro tipo de navegação, exceto que sempre há alguma tarefa a ser cumprida dentro da embarcação, pois não deixa de ser um lar flutuante se comparado à rotina caseira: além das paradas nos sitos históricos e visitas aos pontos turísticos, cozinha-se, arruma-se e limpa-se. Sendo assim, conte com idas diárias à boulangerie (padaria) para comprar baguette e croissants fresquinhos.

Um dos roteiros mais procurados na França é o Canal do Midi, que faz a ligação entre o Mediterrâneo e o oceano Atlântico. Idealizado para fazer esta travessia sem passar pela Espanha, o canal foi inaugurado em 1681 e desde 1996 pertence ao Patrimônio Mundial da Humanidade. Ao longo dos 500 quilômetros de extensão que ligam Sète a Bordeaux, o canal é a prova concreta de um domínio hidráulico perfeito, ao longo do qual se encontram cerca de 350 obras de arte entre pontes seculares, eclusas e aquedutos, muitos que sequer sofreram qualquer modificação desde a sua origem.

A maioria do tempo não é preciso se preocupar com absolutamente nada, a não ser tomar sol no deck e admirar a paisagem com um copo de vinho na mão. Além do mais, vale a diversão de tripular seu próprio barco, levando família ou amigos, e seguir o itinerário escolhido dentro do seu ritmo e com toda a liberdade para parar e explorar os arredores.
Murakami em Versailles: o Andy Warhol do Japão abre mostra no castelo francês
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| Crédito: divulgação |
Não costumamos associar o antiquíssimo Château de Versailles (ao sudoeste de Paris), à arte contemporânea.
E no entanto, em 2008 fizeram lá uma grande mostra do artista pop Jeff Koons (aquele das esculturas gigantescas de metal que lembram bexigas em forma de bichos). Deu o que falar: o príncipe Charles-Emmanuel de Bourbon-Parme, descendente do rei que construiu o palácio, Louis XIV, tentou na justiça bloquear a exibição das obras, alegando serem pornográficas. Fracassou, e a mostra prosseguiu, sem censura.
Desta vez, montaram uma retrospectiva do japonês Takashi Murakami, um dos artistas mais valorizados do mundo, muito comparado a Andy Warhol pelo elemento pop de suas telas e esculturas. Mas apesar de usar cores alegres e estética que lembra desenhos animados e gibis Murakami também traz um lado dark e sexual à sua arte. A exposição ficará em cartaz até dia 12 de dezembro e já gerou farta controvérsia na imprensa francesa. Além de telas há quinze esculturas monumentais, cada qual exposta em uma sala do castelo.
Achei bacana a declaração que ele postou no site do Chateau:
“Para um japonês como eu o Château de Versailles é um dos maiores símbolos da história ocidental. Um emblema de elegância, sofisticação e arte a que poucos podem aspirar.(…) Tudo isso foi trasnmitido para nós como uma fábula de um reinado distante. (…) Então provavelmente a Versailles da minha imaginação corresponde a um mundo irreal, exagerado e transformado. Foi isso que eu quis mostrar nesta exposição. Sou o gato de Alice no País das Maravilhas, que com seu sorriso diabólico confabula enquanto ela passeia pelo castelo”.
Instruções de como chegar ao Château de trem:
RER C de Paris, parada Versailles Rive Gauch, link para mapa aqui.
Novo hotel Areias do Seixo, a meia hora de Lisboa: deslumbrante!
Não é todo dia que abre um hotel de praia de alto luxo em Portugal, portanto é excelente notícia a inauguração, em maio deste ano, do belíssimo Areias do Seixo Hotel & Spa. Uma de suas maiores vantagens é a proximidade de Lisboa: apenas 35 minutos de carro!
E a outra vantagem é que o lugar foi todo pensado para não saltar aos olhos, e sim integrar-se, elegantemente, ao seu entorno: mérito do arquiteto Vasco Vieira. As areias que lhe dão nome formam dunas que estão em permanente movimento, emoldurando a vista para o mar. São não mais do que dez suítes, banhadas de luz natural, cada qual com lareira, terraço privativo e uma jacuzzi dando para a praia. Troncos, galhos, seixos de rio e cortinas rústicas em beges e cinzas lavados foram incorporados ao décor, passando a sensação de trazer a paisagem para dentro dos ambientes.
Os pratos servidos no restaurante também parecem buscar harmonia com a natureza ao redor, e privilegiam verduras e peixes dali mesmo.
Inclusive, o hotel oferece aulas de cultivo em sua própria horta, além de aulas de cozinha.
Além de um spa oferecendo sauna turca e inúmeros tratamentos, o Areias do Seixo pode agendar massagens ao ar livre.
Areias do Seixo +351 261 936 340 or email info@areiasdoseixo.com www.areiasdoseixo.com
Cuines Santa Caterina, em Barcelona: ótimas comidinhas em ambiente transado
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| Mercado Santa Caterina, em Barcelona |
Acabo de voltar de Barcelona. Então, os próximos posts trarão dicas de lugares que acabo de descobrir. Começo falando de um restaurante ultracharmoso chamado Cuines Santa Caterina, que fica anexo ao mercado de mesmo nome. O Cuines faz o tipo pau para toda obra: é lugar para ir de jeans, bem relax, mas tem claras ambições gastronômicas. E o divertido menu divide-se em quatro “capítulos”: vegetariano, mediterrâneo, oriental e carbón (grelha).
Fui com duas amigas e, lógico, pedimos um pouquinho de tudo. Mesmo não sendo muito fã de alcachofra, a do Cuines, com jamón e muito alho, é fantástica. A salada de tomates com atum é simplesmente isso: rodelas de tomate do melhor, com lascas de atum de lata, também ótimo. Os legumes sautés são servidos bem al dente, cortados com muito esmero. Tudo superfresco. E o ambiente é um charme: pé direito duplo, cozinha aberta para o salão, longas prateleiras abarrotadas de conservas, enlatados e outros mantimentos e, ao fundo, um muro coberto de ervas. Na entrada, há um bar de tapas que abre as 9 da manhã (sim, servem desayuno!) e só fecha lá pela meia noite. O único porém: eles não sabem fazer torta de queso (cheesecake) – embora a falha seja tanto do pasteleiro como de quem pede algo tão fora de contexto...
Cuines Santa Caterina
Avenida Francesc Cambó, 16, Barcelona, tel. +34 93 268 9918,
http://www.grupotragaluz.com/rest-cuines.php
As viagens "sur mesure " da Inspiration Travel:um novo site para viajantes

por Antonella Kann
O turismo pret-à-porter já era. Pelo menos na concepção da recém criada Inspiration, uma empresa cujo nome já revela a natureza desta, digamos assim, realizadora de fantasias. Estou falando da possibilidade de voce fazer viagens incríveis, daquelas que, a principio só cabiam nos sonhos. Ou pelo menos voce pensava assim. Mas, que agora vão se tornar viáveis. Só isso basta pra voce ficar inspirado, não é mesmo? Então, pode começar a anotar. Levando em conta, claro, que nem tudo cabe na mala.
Dentro do portofolio da Inspiration Active & Luxury Travel, temos um pot-pourri de vários destinos exóticos, como a Mongólia, Bali e Camboja. E Brasil, é claro. Mas, isso vou contar no www.brazilforinsiders.
A carioca Márcia Lucas, que idealizou este site e todo o conceito para oferecer à uma seleta clientela, há mais de 15 anos já representa a notável Butterfield & Robinson no Brasil -caso nunca tenha ouvido falar, é uma das mais conceituadas operadoras de viagens de bicicleta mundo afora, baseada no Canadá. Por outro lado, antes de qualquer coisa, bisbilhota o mundo como poucos vajantes.
Então, vou apenas pincelar um pouco sobre a Inspiration. Depois, o melhor mesmo é voce clicar no site e explorar pessoalmente o que ele tem a propor.
O objetivo é sempre procurar explorar o mundo de forma diferente. A pé, de rafting, a cavalo, de bicicleta e velejando pelos sete mares. A Inspiration concluiu que no mundo tem lugar para todos e ainda sobra para inventar e sobrepor outras modalidades e meios de locomoção.

Ou seja, a palavra ativa entrou como atributo-mor para rotular as maneiras de voce conhecer os lugares mais charmosos deste planeta de um jeito que torne não apenas a viagem mais agradável, mas propicia uma maior interação com a natureza e ainda dá a oportunidade ao turista de ter outra visão.
Os roteiros são todos de luxo, os destinos inusitados e a empresa promete surpreender até mesmo os mais calejados viajantes. Porque, ao oferecer destinos mais comuns, como a Toscana ou a Provence, a Inspiration deu um jeitinho pra que a abordagem fosse bem original. E as atividades talhadas ao gosto do fregues.
Por exemplo, viajar com a inteção de jogar golfe. Ou tênis. Ou velejar em seu iate privativo ( leia-se charter de veleiros, catamarã..). Ou dirigir um carro clássico e/ou esportivo. Tudo pode ser arranjado.

Ao formatar este tipo de experiencia, a empresa costura um itinerário sob medida, como uma roupa que precisa se ajustar ao corpo nos mínimos acabamentos. E é. Com requintes de luxo, gastronomia, aventuras e surpresas.
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